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Santo André prevê corredor indo da Vl. Luzita à Pereira Barreto

Ligar a Vila Luzita até a região central de São Bernardo por um corredor de transporte coletivo. Esse é um projeto que a Prefeitura de Santo André tem para  tentar descentralizar o fluxo de passageiros que vai ao Centro da cidade.

A informação foi dada pelo secretário de Mobilidade Urbana do município,  Edilson Factori. Segundo ele,  estudo que foi iniciado neste mês sobre as linhas que eram operadas pela empresa Expresso Guarará até setembro do ano passado –  e deve ficar pronto em novembro – é que irá nortear os próximos passos dessa iniciativa.

“A gente acha que a ideia é essa, mas não basta isso. Precisa fazer a pesquisa de origem e destino. É um programa que vai simular essa ligação e dizer quantos passageiros tem ali. A partir daí, faz a opção pelo modo mais adequado. Não afirmo que vai ser corredor ou BRT (Bus Rapid Transit ou Transporte Rápido por Ônibus, em português) porque neste momento não é possível. Só com dado concreto é que a gente vai poder afirmar o modelo ideal”, disse o secretário.

O que difere os dois modais é que corredor de ônibus pode ter interrupção por semáforos, por exemplo, e o BRT é uma linha expressa, com elevações ou túneis que possibilitam livre passagem para o coletivo.

O titular da pasta de Mobilidade Urbana afirmou que a perspectiva é ter essa nova linha saindo do Terminal da Vila Luzita, passando pela avenida Marginal Córrego Taióca e chegando até a divisa entre os dois municípios, na avenida Pereira Barreto.

“Isso parece interessante, porque vai fazer a ligação da Vila Luzita com São Bernardo, indo até a futura linha 18-Bronze do Metrô, que deve ser considerada como uma realidade futura no nosso transporte público”, disse Factori.

Segundo o secretário, ainda não há previsão para que o projeto saia do papel. Ele afirmou que, após a finalização dos estudos, o próximo passo seria captação de recursos para tentar viabilizar a obra.

“É importante ressaltar que precisa ter simulação e estudo para termos a opção mais correta. Acabou aquela coisa de achar, tem que ser comprovado cientificamente e tecnicamente. Não dá para colocar dinheiro onde a gente acha que não é interessante para o usuário”, argumentou Factori.   

 

 

Fonte: Metro Jornal 

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