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Estações do BRT Transbrasil serão ligadas a passarelas

Quem passa pela Avenida Brasil, na altura da Maré, já percebe mudanças na paisagem. A primeira estação do corredor BRT Transbrasil, de um total de 20, já toma forma. As estruturas seguem o mesmo modelo adotado nos corredores TransOeste e Transcarioca. O diferencial, segundo o órgão, será a ligação delas com as passarelas ao longo da Brasil, facilitando o acesso dos passageiros que vêm das pistas laterais. A estação da Fiocruz, por exemplo, na altura da passarela 6, que será refeita. A obra toda deve ficar ponta no início do ano que vem.

Uma das principais críticas ao Transcarioca, assim que o corredor foi inaugurado, foi a dificuldade de acesso a algumas estações, que segundo usuários e alguns especialistas, ficavam distantes das paradas dos ônibus convencionais e alimentadores e não eram ligadas por passarelas.

O corredor Transbrasil deverá totalizar 28 quilômetros, ligando Centro a Deodoro, na Zona Oeste. Além das estações, estão previstos sete terminais (Deodoro, Margarida, Missões, Fundão, Gasômetro, Américo Fontenelle e Presidente Vargas). De acordo com balanço da prefeitura, a execução das obras atinge 46% no trecho entre Caju e Deodoro. O serviço será paralisado durante a Olimpíada e os operários terão férias coletivas.

A expectativa é que, quando as obras forem concluídas, 820 mil passageiros sejam atendidos por dia. A primeira etapa da obra - 23 quilômetros de Deodoro ao Caju, em execução pela Secretaria municipal de Obras - está orçada em R$ 1,4 bilhão, financiado pelo governo federal. Já o traçado do BRT até o Centro do Rio está sendo detalhado pela Companhia de Desenvolvimento Urbano do Porto.

Moradora de Santa Teresa e funcionária da Fiocruz, a fotógrafa Marisa Almeida, de 66 anos, prefere esperar o serviço funcionar para apostar numa melhora do trânsito.

- Vamos esperar o corredor inaugurar para ver se melhora para quem usa ônibus. Para os outros veículos, acho que vai piorar - desconfia.

Fonte: Extra-RJ

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